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Segundo o deputado João Semedo, “a presença em Atenas de uma missão permanente da missão da Comissão Europeia, que vigiará o orçamento, as privatizações e o enésimo plano de despedimentos e austeridade, significa que a Europa deixou de ser, decididamente, uma união entre estados soberanos e iguais nos seus direitos e deveres”. |22-2-2012|

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Pedro Filipe Soares afirma que “o Governo, que queria mostrar serviço à troika, foi desautorizado pelo país que saiu à rua para festejar o carnaval, contra o servilismo e a submissão”. Critica ainda a análise da troika: “O país 'vai no bom caminho', disseram, ignorando o aumento brutal da pobreza e do desemprego". |22-2-2012|

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A deputada Ana Drago defende que o critério da empregabilidade não pode ser o critério único do Estado para o financiamento do ensino superior e sublinha que, hoje, é a crise social que é o critério principal na escolha dos cursos. |22-2-2012|

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O deputado Luís Fazenda interpela a Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território sobre a diferença entre o Programa de Governo, no qual se prevê um período de adaptação de 15 anos no novo regime das rendas, e a sua proposta de lei que reduz este período para apenas 5 anos. |16-2-2012|

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Francisco Louçã critica a “política desconexa” do Governo que cria um “regime de favores para os seus”, ao mesmo tempo que “gera mil desempregados por dia”. Louçã afirma ainda que “quem deve na Europa é a Alemanha”, lembrando que depois da II Grande Guerra, a Europa e, em particular, a Grécia, perdoaram grande parte da dívida da Alemanha. |17-2-2012|

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Francisco Louçã interpela o Primeiro-ministro sobre o gasto suplementar de 600 milhões previsto na privatização do BPN, sobre os salários dos gestores dos Estaleiros de Viana de Castelo, “que não têm limites”, e sobre os números gritantes do desemprego - “no último trimestre, surgiram todos os dias mais mil desempregados”. Ver Louçã vs. Passos II. |17-2-2012|

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A deputada Catarina Martins defende as iniciativas legislativas do Bloco que propõem alterações ao regime de arrendamento urbano, criando-se um regime especial de mobilização de fogos devolutos, e que exigem que o Governo cumpra o seu programa eleitoral e estabeleça um período de 15 anos de adaptação nas atualizações das rendas. |16-2-2012|

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A deputada Catarina Martins explica como a nova lei das rendas do Governo não resolve os “problemas do mercado de arrendamento e reabilitação urbana”, não “livra as famílias das hipotecas de vida inteira”, e não garante o direito à habitação com preços acessíveis – é apenas a “lei do despejo simplex”. |16-2-2012|

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A deputada Mariana Aiveca intervém defendendo que é preciso defender a população mais idosa sacrificada pela crise e pelos cortes, auferindo na sua maioria pensões muito baixas, e, por isso, exige mais das bancadas da direita que suportam o Governo, para além dos seus discursos “lamechas” e pouco consequentes. |16-2-2012|

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A deputada Mariana Aiveca refere que 1 em cada 7 cidadãos não encontra emprego, classificando esta situação como uma “tragédia social” e critica as novas regras contratuais na função pública, medida que levará a despedimentos - “Para CDS e PSD, para quem não concorda com as propostas do seu Governo há uma boa solução: a porta da rua é a serventia da casa”. |16-2-2012|

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Na discussão sobre o novo Regime Jurídico da Concorrência, o deputado Pedro Filipe Soares critica as habituais “loas aos milagres do mercado” que chegam das bancadas da direita e lembra que foram os “milagres do mercado” que causaram a crise financeira em 2008.|15-2-2012|