A Lei nº 64-B/2011, de 30 de dezembro, que aprovou o Orçamento de Estado (OE) para o ano de 2012, alterou significativamente algumas condições de trabalho relativas aos profissionais de saúde, potencialmente geradoras de situações inaceitáveis quer quanto às horas extraordinárias quer quanto ao descanso obrigatório. O Governo foi reiteradamente avisado para as consequências gravíssimas destas alterações mas, teimosamente, insistiu.