O deputado Pedro Filipe Soares afirma que foi a “gestão danosa” e uma política de “promiscuidade baseada no ragabofe” que gerou na Madeira a “dívida ocultada de 7 mil milhões €” e que os sacrifícios a impor aos madeirenses, e que lhes foram escondidos na campanha eleitoral, já estavam previstos no acordo com a troika. |26-1-2012|